Descubra a linha completa de equipamentos Idugel para produção de farinha panko. Tecnologia, eficiência e crocância perfeita para empanados de qualidade.
A farinha panko é sinônimo de empanados leves, crocantes e de baixa absorção de óleo. Diferente da farinha de rosca tradicional, sua produção exige um processo industrial avançado, capaz de criar flocos porosos e uniformes.
欧 爱杜格尔集团, referência em engenharia e equipamentos para a indústria de alimentos, oferece uma linha completa para produção de panko, unindo 尖端技术 这是 padronização de qualidade.

Por que escolher equipamentos Idugel para produção de panko?
Crocância superior
Estrutura alveolada única que garante textura crocante incomparável.
Menor absorção de óleo
Processo que reduz a absorção de gordura durante a fritura, resultando em produtos mais leves.
Qualidade consistente
Automação e controle preciso em todas as etapas garantem padronização em grandes volumes.
Tecnologia avançada
Linha completa, com controle de variáveis como temperatura, umidade e granulometria.
Processo de Produção da Farinha Panko
A produção industrial de panko é dividida em quatro grandes etapas, cada uma com funções e equipamentos específicos.

1. Preparação e Extrusão
Objetivo: Criar uma massa homogênea de farinha e água e transformá-la no “pão” extrusado que servirá de base para os flocos de panko.
Equipamentos:
- Misturador (Mixer) – Capacidade de 200–500 kg/h, controle preciso água/farinha e construção sanitária.
- Rosca Alimentadora – Transporte contínuo da massa até a extrusora.
- Extrusora Duplo Parafuso – Cozinha, expande e forma a estrutura alveolada; capacidade de 300–350 kg/h, com aquecimento elétrico por zonas.
Produto nesta fase: Blocos expandidos, ainda úmidos (~20–25% umidade), com estrutura interna porosa.
2. Pré-Classificação
Objetivo: Remover overs (flocos maiores que o padrão) antes da secagem, otimizando energia e preservando a eficiência.
Equipamentos:
- Plansifter Inicial – Separa produto bom dos overs.
- Pulverizador – Reduz tamanho dos overs mantendo a morfologia do floco.
Fluxos:
- Overs → Pulverizador → Retorno antes do Secador
- Finos → SKU pó (não retornam para preservar padrão de granulometria)
3. Secagem e Calibração
Objetivo: Secar os flocos até umidade ideal e calibrar tamanho de forma controlada.
Equipamentos:
- Secador de Leito Fluidizado – Economia de até 30% de energia; umidade final de 6–8%; secagem uniforme.
- Banco de Cilindros (opcional) – Calibração leve; trabalha com produto morno (40–60 °C), próximo à transição vítrea (Tg), minimizando finos.
Fluxos:
- Possibilidade de bypass do banco quando não necessário.
- Banco posicionado logo após secador para preservar crocância e reduzir quebras excessivas.
4. Resfriamento e Classificação Final
Objetivo: Estabilizar crocância e definir granulometrias finais para diferentes SKUs.
Equipamentos:
- Resfriador – Esteira ventilada em inox, raspadores automáticos.
- Plansifter Multideck – 3 a 6 cortes simultâneos, alta precisão e sistema de reprocesso.
Fluxos:
- Overs (>5 mm) → Banco de Cilindros → Retorno ao Plansifter
- Finos (<2 mm) → SKU pó
- Padrão (3–5 mm) → Embalagem final
O diferencial técnico Idugel: a transição vítrea (Tg)
A Tg é a temperatura na qual o material passa de rígido para maleável.
Na panko, manter o floco morno (40–60 °C) na calibração permite uma quebra controlada, preservando a estrutura porosa e reduzindo a geração de finos.
Resultado: Mais rendimento, textura superior e crocância ideal.

Especificações Técnicas da Linha Idugel
- Capacidade de produção: Mixer: 200–500 kg/h | Extrusora: 300–350 kg/h
- Parâmetros de processo: Umidade final 6–8% | Temp. banco: 40–60 °C | Economia de energia: 30%
- Granulometria final:
- Finos: < 2 mm
- Padrão: 3–5 mm
- Overs: > 5 mm
Benefícios para a indústria
- Padronização em grandes volumes – qualidade constante em todos os lotes.
- Flexibilidade de SKUs – múltiplas granulometrias possíveis.
- Redução de perdas – reprocesso inteligente de overs.
- Segurança alimentar – construção em inox e design sanitário.
- Eficiência energética – secagem otimizada e controle preciso.
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A linha de produção de farinha panko Idugel combina tecnologia, engenharia de processos e equipamentos de alto desempenho para atender indústrias que exigem qualidade máxima e eficiência.
Seja para atender novos mercados, aumentar capacidade ou lançar produtos diferenciados, a solução da Idugel entrega crocância perfeita, rendimento superior e consistência.
Entre em contato e descubra como transformar sua produção de panko com a tecnologia Idugel.


Como é produzida a farinha panko?
A farinha panko é feita a partir de um processo industrial especializado que preserva a leveza e a estrutura alveolada dos flocos, garantindo crocância e baixa absorção de óleo. Diferente da farinha de rosca comum, que é obtida moendo pão assado, a panko é produzida por extrusão e secagem controlada, seguindo etapas precisas:
- Mistura e Extrusão
A farinha de trigo é misturada com água até formar uma massa homogênea, que é alimentada em uma extrusora de dupla rosca.
Nesse equipamento, a massa é cozida e expandida, formando um “pão extrusado” com interior poroso. - Pré-classificação
O produto extrusado é peneirado para separar flocos no tamanho ideal. Overs (maiores que o padrão) são enviados para um pulverizador, onde são ajustados, e depois retornam ao processo antes da secagem. - Secagem e Calibração
Os flocos passam por um secador de leito fluidizado, que remove a umidade de forma uniforme.
Em seguida, podem passar por um 汽缸组 para calibração leve, preservando a estrutura e minimizando finos. - Resfriamento e Classificação Final
O produto é resfriado para estabilizar a crocância e, então, classificado em um plansifter multideck, que separa por granulometria:- Padrão (ex.: 3–5 mm) → produto final.
- Finos (<2 mm) → SKU pó.
- Overs (>5 mm) → retornam para calibração.
- Embalagem
Apenas flocos dentro da especificação são embalados, garantindo qualidade e padronização.
Esse processo, quando realizado com os equipamentos Idugel, assegura alta eficiência, rendimento e qualidade constante em todos os lotes, atendendo tanto à indústria quanto a demandas gastronômicas exigentes.





